25 de jan. de 2009
manobras de kitesurf
T1 Switch TackTail Slide - Pressão no pé de trás, forçando uma derrapagem, para a troca de direção.
T2 Switch Stance & Carving - Mudança de base seguida de cavada para mudança de direção.
Carving & Switch Stance - Cavada seguida de mudança de base para a mudança de direção.
Leading Edge Down Turn - Mudança de direção com pipa virando por baixo.
Jump & Switch Tack - Mudança de direção com pequeno salto.
T3 No Hand Tack - Mudança de direção sem o uso das mãos.
Back Loop Tack - mudança de direção através de giro vertical para trás.
One Hand Back Loop Tack - mudança de direção através de giro vertical para trás com apenas uma das mãos na barra.
Double Back Loop Tack - mudança de direção através de um duplo giro vertical para trás.
Forward Looping Leading Edge Down - Giro vertical frontal, pouso com base invertida seguido de cavada com pipa passando por baixo.
Aero 360o Upwind Tack - Salto com giro horizontal 360o, corpo ereto, seguido de mudança de sentido.
360o With Back Pass Bar - Salto com giro horizontal de 360o, com passagem de barra pelas costas, mudando a direção.
SALTO S1 Simple - Salto sem troca de direção.
Bottom Up - Salto, levando o fundo da prancha para cima pela frente.
S2 Grab Back Hand - Salto engatado com a mão de trás na prancha.
Grab Forward Hand - Salto engatado com a mão da frente na prancha.
360o - Salto seguido de giro horizontal de 360o.
Back Loop - Salto seguido de giro vertical para trás.
Forward Looping - Salto seguido de giro vertical para frente.
Riley - Salto jogando as pernas para trás ate o corpo ficar, no mínimo, na horizontal.
S3 360o With Grab - Giro horizontal agarrando a prancha.
No Hand 360o - Giro horizontal sem o uso das mãos.
Double 360o - Dois giros horizontais.
Double Back Loop - Dois giros verticais para trás.
Dead Man - Salto engatado posicionando o corpo na vertical com a cabeça para baixo sem as mãos na barra.
Double Front Loop - Dois giros verticais para frente.
Table Top - Levar o fundo da prancha para cima por uma das laterais.
Kick Front Loop - Giro vertical para frente chutando para cima com as duas pernas.
Kick Back Loop - Giro vertical para trás chutando para cima com as duas pernas.
Double Table Top - Levar o fundo da prancha para cima por um lado e depois pelo outro lado.
Same Tack 180o Twist Jump - Salto invertendo a base no ar e pousando com a base anterior.
Riley with Front Kick - Salto com as pernas para trás ate corpo ficar, no mínimo, na horizontal seguido de um chute frontal.
ONDA O1 Straightforward - No corte da onda.
O2 Lip Tap - Batida no lip da onda.
Floater - Surfar atrás do lip da onda e voltar para onda.
O3 Tube - Entubar.
Sequence of Manoeuvres - Seqüência de manobras.
Back Loop - Giro vertical para trás iniciado com batida no lip da onda.
Aeros - Salto iniciado e terminado na onda.
360o - Giro horizontal iniciado e terminado na onda.
360o with Grab - Giro horizontal agarrando a prancha.
Brincadeiras com pipas
O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis.
A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.

As primeiras tentativas de se utilizar o kite foram durante os anos 70. De lá para cá muita água se passou e o esporte, hoje em dia, é uma febre. Os principais responsáveis pelo desenvolvimento do esporte foram, sem dúvida, os irmãos Legaignoux.
Esses franceses foram os primeiros a desenvolver os protótipos do que conhecemos hoje como kite. Foram também os primeiros a produzir os kite para a venda.
O reconhecimento do esporte aconteceu realmente quando famosos windsurfistas passaram a utilizar o kite para diversão. Entre eles, o que mais se destacou foi à lenda viva do windsurf, Robby Naish.
Naish gostou tanto do esporte que hoje além de ser o maior divulgador é também um dos maiores fabricantes de kites.
Equipamentos do Kitesurf Kite - O Kite (pipa) é feito com o mesmo tecido de um pára-quedas, projetado de uma maneira que seja simples de usar por todas as pessoas. Sem a pipa, não existe o kitesurf, portanto é o principal equipamento do esporte. O formato de asa em arco facilita o vôo. Linhas - As linhas são o elo de ligação do kite com o surfista. Existem três tipos de linhas que exercem diferentes funções. A linha de vôo, que mede aproximadamente 30 metros, liga o kite a barra de controle. A linha de freio serve para frear e as linhas principais, conhecidas por Kevlar, apresentam alta resistência e elasticidade mínima para o controle do kite. Barra controle - A barra é utilizada para controlar o kite. O atleta tem nela a possibilidade de comandar a direção e a velocidade. Com aproximadamente 90 cm de comprimento vem acompanhada de um sistema para frear a pipa em caso de emergência. Prancha - O estilo da prancha vai depender do estilo do atleta. Existem pranchas parecidas com as de surf e também com as de wakeboard. O diferencial é o tipo de material do qual ela é feita. Como os saltos são freqüentes, as pranchas têm que ser mais resistentes. Cinto - O cinto tem a função de conectar o atleta ao kite. Existem modelos que além das funções básicas propiciam maior conforto durante a velejada.
- velejar planando em ventos mais fracos do que o windsurfe com a mesma capacidade de orça (andar contra o vento)
- dar saltos nas ondas atingindo alturas que não são possíveis em outros esportes como snowboarding e wakeboarding.
- fazer manobras de wakeboarding sem precisar de lancha.
- dar saltos e loops em lagoas e rios, com ventos fracos e sem precisar de ondas.
- surfar ondas de verdade e fazer manobras de surf como se tivesse um "motor" para tornar tudo mais radical.
- brincar nas ondas só com um colete de salva-vidas e pés-de-pato, sendo arrastado e dando saltos incríveis.
21 de jan. de 2009
Descida 3 bocas + Tibagi
Com as chuvas dos últimos dias, aumentou bem o volume de água no rio 3 bocas. Com isso também algumas árvores caidas e excesso de sujeira marcaram os primeiros 13 km neste rio. O 3 bocas recebe rios urbanos como o cafezal e o cambezinho (igapó) e passa por um tratamento de água. Saímos as 8 e 15 da represa Daissaku Ikeda e, logo na primeira curva, com uma árvore caida, viramos os ducks. O volume de água escondeu muitas pedras, e deixou muitas partes rápidas e traiçoeiras. Com 1h e quase 30 minutos chegamos no Rio Tibagi, grande afluente e bacia da região. Faltavam ainda 17 km para chegarmos ao nosso destino. Muitos refluxos e rebojos ao longo do rio. O cavalo d'água mesmo ja havia ficado submerso junto com todas suas pedras. O dia colaborou muito, estando nublado quase o percurso todo. Como o Tibagi tem leito bem aberto, o sol seria nosso grande inimigo nesta remada.Chegamos a ponte ao meio dia e 10 e, completamos o percurso em menos de 4 horas. Boa treinada, hein!
(foto ilustrativa).
14 de jan. de 2009
O que são provas de aventura
Se fala muito hoje em dia em provas multiesportivas. Provas com mais de uma qualificação esportiva. Promeiro vieram o pentatlo e decathlon, com variedades de provas do atletismo. Na década de 80 surgiu o triathlo e suas variantes, como o duatlon aquatico e terrestre, sendo qualquer delas muito exigente no quesito resistencia e velocidade.Na década de 90, com as fugas para esportes outdoor de contato com a natureza, as provas multiesporte e a corrida de aventura. Incialmente a aventura assustava muito com o temido Ecochallenge, anunciado como a prova mais dificil do planeta.
A corrida de aventura combinava, além dos esportes físicos, muita estratégia, planejamento, entrosamento da equipe e conhecimento. A organização lhe fornece uma carta topográfica e pontos de passagem, sem um trajeto definido. Para provas tecnicamente bem dotadas, a velocidade não significa muita coisa. Hoje já existem provas que vão desde iniciantes, com poucos kilometros e extremos, que curtem ficar dias por ai.
Dentre os esportes, é comum ter trekking e bike, o restante vem de acordo com a topografia do local e suas particularidades. As provas testam muito a criatividade dos participantes durante o percurso, além de muitas vezes prestar ajuda solidária a comunidades por onde passam ou ao próprio meio ambiente. No ano de 2008, pela primeira vez o Brasil sediou um mundial (ARWC - Adventure Race World Championship), durante o Ecomotion, que foi realizado no nordeste brasileiro. A prova já era reconhecida como integrante do circuito AR Series (circuito mundial de corridas de aventura).
No Brasil, atraves do Ranking Brasileiro de Corridas de Aventura (RBCA), foram formatadas algumas regras e normas para o desenvolvimento dentro de um padrão, o que tem ajudado no crescimento do esporte, prevendo distâncias, dificuldades, formação da equipe, modalidades envolvidas, entre outros.
Texto
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.
Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.
E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.
Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma.
Sobram três, desde que você não pegue trânsito.
As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.
Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.
Ah! E o sexo.
Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina.
Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução.
Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.
Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação.
Na minha conta são 29 horas por dia.
A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!
Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais.
Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher.
Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.
Agora tenho que ir.
É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.
E já que vou, levo um jornal...
Tchau....
Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.
Luís Fernando Veríssimo