25 de mai. de 2009
Pedalando com griffe
28 de abr. de 2009
Como escolher sua Mountain Bike

1 -Quadro
Uma vez que você saiba que tipo de pedal fará (all mountain, downhill, freeride, cross-country), tente achar um bom equilíbrio entre peso e força. Quadros mais pesados são geralmente mais resistentes, enquanto os mais leves exigem menos força e mais cuidados. Quanto aos materiais, alumínio, carbono e titânio fazem o trabalho — a escolha depende de quanto você quer investir. Se você estiver em dúvida entre dois quadros, fique com o menor. Uma mesa e um canote de selim maiores farão o ajuste necessário. A geometria do quadro é um fator importante, já que determina como a bike se comportará com você. Teste várias antes de tomar sua decisão.
2-Freios
Há três tipos de freios (v-brakes, hidráulicos e a disco). Os v-brakes são eficientes, baratos e leves, mas tendem a perder performance quando o tempo fecha e a lama aumenta. Freios a disco são similares, mas se dão melhor em climas molhados. Discos hidráulicos têm design similar aos das motos e ótima performance, mas a manutenção é cara e constante.
3-Suspensão traseira
Bikes com suspensão dianteira e traseira (full) tornam o rolê mais macio e agradável do que numa hardtail. Suspensão traseira usa molas em seu princípio mecânico, pois precisa ser mais rígida e resistente. Alegria nos downhills e trilhas esburacadas e alívio para ciclista que sente dor nas costas e ombros. Mas você paga o preço em grana, peso, complexidade e manutenção. Várias suspensões traseiras possibilitam controle de rigidez, você pode ajustá-la travada, semitravada ou solta.
4-Câmbio
Pode ter 18, 21, 24 ou 27 marchas. Quanto mais investir aqui, melhor, pois problemas com troca de marcha são frustrantes. Procure um câmbio que tenha uma troca precisa e agüente pauleira. Por ser de partes móveis, não lacradas, em exposição ao barro e à água, exige manutenção constante.
5-Transmissão
É formada pela corrente, catracas, cassete, movimento central e pedivela, e responsável por transferir a força de suas pernas para as rodas. Requer limpeza e ajustes regulares.
6-Pneu
Escolher o pneu certo pode ser a diferença entre curvas feitas com segurança e joelhos esfolados. Pneus mais largos, com cravos maiores, te deixam mais colado no chão, mas mais lento. Tente achar um meiotermo entre velocidade e tração baseando-se no tipo de trilha em que costuma pedalar e no seu estilo (mais ou menos agressivo).
7-Pedal
Os iniciantes podem começar com pedais de plataforma, mas para uma maior eficiência de pedalada é preciso um pedal de clipe, que prende sua sapatilha e permite que você use todos os músculos da perna para girar a pedivela. Isso ajuda muito em subidas inclementes e em tiros.
8-Suspensão dianteira
Ela está lá em todos os bons modelos de MTB. Usa elastômero (borracha que se comprime e volta à forma original), molas ou ar comprimido. Algumas podem ser travadas (ficando rígidas) para facilitar o pedal em subidas ou asfalto. A trava fica na própria suspensão ou no guidão (trava remota, prática e segura). As suspensões têm cursos que variam de 80 a 120 mm (cetegoria cross-country). O maior não é necessariamente o melhor. Considere onde e como você pedala e compre a suspensão certa para esta condição.
A difícil escolha: Dentro de uma mesma faixa de preço, as bikes em geral oferecem componentes similares, por isso não pire comparando cada um deles. Leve mais em consideração como se sente em cima da bike — algo altamente subjetivo, que depende do ajuste ergonômico, da flexibilidade e do material do quadro. Geralmente, quanto mais caro o quadro, mais ele foi manipulado pelo fabricante para obter máxima leveza e resistência. Com tantas geometrias diferentes, a única maneira de avaliar uma mountain bike é pedalar nela antes de comprar.
Ajuste fino: Uma bicicleta perfeitamente ajustada pode melhorar em 20% ou mais a sua performance, evitando lesões e desperdício de energia. Para saber as medidas exatas para sua bike, procure um especialista em bikefit.
Como escolher sua bike de estrada
1-Tubo superior A inclinação do tubo superior varia de bike para bike. Quanto mais inclinado, mais confortável (mas menos aerodinâmico) é o quadro. Numa bike com um ângulo 73, por exemplo, o atleta vai bem relaxado, com o corpo mais ereto; já numa com 77 graus, ele pedala com o tronco extremamente na horizontal mas com conforto comprometido.
2-Quadro
Os quadros podem ser de alumínio, carbono ou titânio. A vantagem do alumínio é o preço, a rigidez e o peso. Porém, ele não absorve bem eventuais impactos. Não faz feio nos treinos, mas deixa a desejar nas competições. O titânio é leve e durável, mas bastante caro. Já o carbono tem uma ótima relação força/peso e é bonitão. Desvantagem: pode ser instável em velocidades altas e é caro.
3-Clipe
Apoio para os braços que deixam o ciclista em posição aerodinâmica, comum entre triatleta e ciclista de contra-relógio.
4-Roda
Há rodas de ferro, alumínio e carbono. As duas primeiras são mais pesadas: embalam bem, mas apresentam dificuldade na retomada. Com as rodas leves, a retomada depois das curvas é mais rápida. Muitos modelos de bike vêm com um par de rodas menos técnicas, para baratear o custo final da bike. Se esse for o caso do modelo escolhido por você, o ideal é comprar outro par de rodas caso pretenda competir. Rodas “fechadas”, mais usadas em provas de triathlon, contra-relógio e indoor, são mais aerodinâmicas, mas são também mais difíceis de controlar e exigem bastante técnica do ciclista.
Carbono: O tão desejado carbono, usado em tantos artigos esportivos, é como um tecido. Dependendo da trama e do fio que o compõem, pode ser mais resistente ou mais leve — taí um dos motivos da diferença de preço entre as bikes de carbono. Veja em seu caso as vantagens e desvantagens de ter um equipamento de carbono.
Aerodinâmica: Muitos detalhes das bikes de estrada são desenvolvidos pensando na aerodinâmica. Mas o quanto isso é importante para você, e o objetivo que pretende atingir?
Avalie se você vai pedalar em pelotão ou sozinho, botando a cara contra o vento. Se for sozinho, precisará de toda a ajuda aerodinâmica que sua bike puder lhe oferecer. Considere também a velocidade média em que costuma pedalar. Se for abaixo dos 40 km/h, pequenas diferenças de angulação não serão determinantes na performance.
Rigidez: As bicicletas de estrada têm de ser rígidas para perder menos energia nas torções que sofrem quando são pedaladas — é só imaginar um velocista do Tour de France pedalando em pé num sprint final para entender do que estamos falando. Porém, um grau mínimo de flexibilidade dá um certo conforto, amortecendo as imperfeições do chão.
Ao contrário das mountain bikes, bicicletas de estrada podem durar para sempre. O que significa que você provavelmente vai ter vontade de comprar uma bike melhor antes de realmente precisar trocá-la — então compre logo a melhor bike que pode bancar. Considere seu orçamento e suas necessidades de performance em termos de componentes. As bikes costumam ser oferecidas com diferentes níveis de componentes, que provocam mudanças drásticas nos preços. Lembre-se: dar um upgrade na magrela peça a peça vai custar mais do que comprar um conjunto melhor logo de cara. Teste o desempenho da magrela que pretende comprar.
8 de dez. de 2008
ciclismo, um dos esportes mais praticados no mundo
O ciclismo é o esporte praticado com a utilização de uma bicicleta, que surgiu como esporte no século XIX, na Inglaterra. Faz parte dos Jogos Olímpicos desde a primeira edição da era moderna (1896), realizada em Atenas.Em Jogos é um esporte que disputa 54 medalhas, por isso em muitos países, o ciclismo é levado muito a sério, além da tradição que ele representa a muitas nações.
Atualmente as modalidades que compõem o ciclismo são: pista, mountain bike, estrada e BMX. Dentro destas modalidades ainda existem subdivisões. A UCI (União Ciclística Internacional, que administra o esporte mundialmente), reconhece ainda outros esportes do ciclismo que não são praticados aqui no Brasil, como alguns de salão. Existem ainda os de puro prazer para seus praticantes como o cicloturismo (viagens que os praticantes fazem com a sua bicicleta). No Brasil, as atividades do ciclismo de rendimento são administrados pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), que tem o ciclo administrativo de 4 anos, coincidente com o ciclo olímpico, como sugere o Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Durante estes pouco mais de 100 anos de ciclismo, ele contruiu muitos ídolos e grandes eventos.